terça-feira, 20 de abril de 2010
terça-feira, 27 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Homenagem " Beleza"
Beleza
“ Sou bela, oh mortais, sonho feito de pedra
E o meu seio, que vos vai ferindo um a um
Inspira nos poetas o amor
Silente e eterno, como uma existência inanimada.
O meu trono é no firmamento azul,
Qual esfinge misteriosa,
O meu coração de neve, branco como os cisnes,
Odeio o movimento que desloca as linhas
Jamais faço ouvir o meu riso ou o meu pranto
Os poetas, diante da minha pose majestosa
Que fui buscar às estátuas altivas,
Consomem os dias em estudos austeros.
Fascino os meus dóceis amantes com os
Espelhos puros que tornam todas as coisas
Mais belas:
Os meus olhos, os meus olhos imensos
Com a claridade da eternidade”.
Baudelaire
“ Sou bela, oh mortais, sonho feito de pedra
E o meu seio, que vos vai ferindo um a um
Inspira nos poetas o amor
Silente e eterno, como uma existência inanimada.
O meu trono é no firmamento azul,
Qual esfinge misteriosa,
O meu coração de neve, branco como os cisnes,
Odeio o movimento que desloca as linhas
Jamais faço ouvir o meu riso ou o meu pranto
Os poetas, diante da minha pose majestosa
Que fui buscar às estátuas altivas,
Consomem os dias em estudos austeros.
Fascino os meus dóceis amantes com os
Espelhos puros que tornam todas as coisas
Mais belas:
Os meus olhos, os meus olhos imensos
Com a claridade da eternidade”.
Baudelaire
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
A arte naif

“A arte naif é uma criação artística instintiva e espontânea realizada por pintores autodidactas que sentem uma impulsão vital de contar suas experiências de vida. Podemos dizer que desde o início dos tempos, quando o homem sentiu a necessidade de criar algo com o único intuito de se deleitar, surgiu a arte naif; assim sendo, ela encontra-se presente ao longo da história da humanidade, pelas mãos de indivíduos que, alheios aos movimentos artísticos, sociais e culturais de sua época, criam unicamente movidos por suas emoções. A denominação “Arte naif” (aplicada para designar um certo grupo de pintores) como utilizamos actualmente, surgiu no fim do século XIX, com a aparição do pintor francês Henri Rousseau no “Salão dos Independentes”, em Paris. Actualmente podemos dizer que o Brasil é um dos grandes representantes da arte naif mundial. Por ser um país de imensos contrastes, com uma cultura resultante da amálgama de inúmeras outras (a africana, a europeia e a indígena), ele é um canteiro fértil para o surgimento e desenvolvimento dessa forma de expressão artística. Apesar desse imenso potencial, somente na década de 50, o Brasil começou a dar atenção a esse grupo de artistas, com as primeiras exposições de Heitor dos Prazeres, entre outros. A arte naif é simples, pura, autêntica e não exige prévios conhecimentos intelectuais e artísticos para ser compreendida, chega directo ao nosso coração e toca nossa alma sem subterfúgios, somente ultrapassando o filtro de nossas emoções. “
quarta-feira, 13 de maio de 2009
O despertar da Arte
O despertar da arte na Infância
Conheci uma linda menina nos seus 3 anos áureos de idade, olhos castanhos de um brilho que elevava qualquer ser ao céu e às estrelas, seu sorriso abraçava o mundo , de poucas falas.
Trazia vestido uma camisa de xadrez, nunca mais esqueço a imagem, no bolso um pequeno bloco e lápis, para todo o sítio que fosse estranho ou já familiar, deixava sempre um rasto da sua passagem… oferecia os seus desenhos aos empregados dos cafés , aos amigos da família, por onde fosse passando… porque sim e porque não?
Tinha muitos sonhos, como qualquer criança… foi semeando e colhendo!
Conheci uma linda menina nos seus 3 anos áureos de idade, olhos castanhos de um brilho que elevava qualquer ser ao céu e às estrelas, seu sorriso abraçava o mundo , de poucas falas.
Trazia vestido uma camisa de xadrez, nunca mais esqueço a imagem, no bolso um pequeno bloco e lápis, para todo o sítio que fosse estranho ou já familiar, deixava sempre um rasto da sua passagem… oferecia os seus desenhos aos empregados dos cafés , aos amigos da família, por onde fosse passando… porque sim e porque não?
Tinha muitos sonhos, como qualquer criança… foi semeando e colhendo!
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